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 As flores e plantas de Holambra

 
Conheça algumas espécies cultivadas em Holambra

O plantio de flores e plantas em Holambra iniciou-se no ano de 1957, quando alguns imigrantes trouxeram os primeiros bulbos (são tubérculos, lembram uma batata, de onde brota a planta). Com a aquisição do primeiro conjunto de irrigação os produtores começaram realmente a se dedicar com profissionalismo e eficiência a essa atividade agrícola.

Investimentos em câmaras frias, estufas para plantas e sistemas de venda e transportes vieram a incrementar definitivamente o setor a partir da década de 70. Vários produtos são exportados qualidade reconhecida no mundo todo.

Hoje a Cooperativa Holambra, através de seus cooperados, é, sozinha, a maior produtora de flores e plantas ornamentais do Brasil. Participa com cerca de 35% da produção nacional do setor. Seus cooperados exportam para os mais diversos países do mundo, inclusive para a própria Holanda.

São cultivadas aproximadamente 180 espécies de flores e plantas, divididas em mais de 2 mil variedades.

Selecionamos algumas espécies dentre as inúmeras variedades:

Azaléia

Família das Ericáceas, originária do Japão, precisa de muita luz e não suporta sol direto entre 10 e 17 horas, recomendada para cerca viva. Regar sempre que o solo estiver seco, floresce no inverno.

Avenca

Família das Polipodiáceas, planta perene, originária do Brasil, precisa de muita luz porém não suporta o sol diretamente entre 10 e 17 horas, ideal para jardins rochosos. Necessita sempre de solo úmido, mas não encharcado.

Cheflera Família das Araliáceas, planta perene de origem Asiática, precisa de muita luz, porém não suporta sol direto entre 10 e 17 horas, espécie sempre verde. Regar sempre que o solo estiver seco.

Cacto

Família das Cactáceas, planta perene, originária das Américas, precisa de sol pleno todos os dias. Da primavera ao outono o solo deve secar completamente entre uma rega e outra. No inverno uma rega deve ser feita a cada 2 ou 3 semanas.

Crisântemo

Família das Compostas, planta anual, originária das Ilhas Canárias, mínimo de 4 horas de sol direto todos os dias (exceto entre 10 e 17 horas), flor de corte, ideal para ser usada como espécie isolada. Regar sempre que o solo estiver seco, floresce do outono ao inverno.

Cravo

Família das Cariofiláceas, planta bianual, de origem européia. Necessita no mínimo de 4 horas de sol direto todos os dias (exceto entre 10 e 17 horas), flor de corte ideal para forração. Regar sempre que o solo estiver seco, floresce do outono ao inverno.

Fitônia

Família das Acantáceas, planta perene, originária do Peru. Não tolera sol direto, mas precisa de luz indireta por pelo menos 2 a 3 horas diárias, ideais para forração. Necessita de solo sempre úmido. É sensível a ventos e secas.

Jibóia

Família das Aráceas, planta perene originária da Melanésia. Necessita de luminosidade indireta. Regar sempre que o solo estiver seco. Necessita de solo úmido e bem drenado (não encharcado).

Mini-crisântemo

Família das Compostas, planta anual, originária do Extremo Oriente, prefere lugares bem arejados e com iluminação indireta. Regar sempre que o solo estiver seco, floresce do outono ao inverno.

Kalanchoe

Família das Crassuláceas, planta perene, originária de Madagascar, necessita de no mínimo 4 horas de sol direto (exceto entre 10 e 17 horas), ideal para jardins rochosos e forração, floresce o ano todo. Regas espaçadas. Suporta solos secos.

Minirosa

Família das Rosáceas, planta perene, de origem européia, necessita de bastante iluminação, mas com sol indireto. Regar 2 a 3 vezes por semana, floresce no verão.

Rosa

Família das Rosáceas, planta perene, de origem européia, necessita de bastante iluminação, com sol direto, regar 2 a 3 vezes por semana, floresce no verão.

Violeta

Família das Violáceas, originária da região mediterrânea. Deve ser molhada por baixo das folhas e flores, só molhar quando a folha estiver pensa (necessitando de água, em estar murcha); colocar mais terra (pó de xaxim) quando abaixar o nível do vaso; tirar as folhas das bordas para que os brotos vinguem.

Protéia

Planta originária da Nova Zelândia, perene; floresce só no inverno, produz por 10 anos.

Eucalipto

“Eucaliptus Cinerea”. Originária da Austrália, esta árvore chegou ao Brasil trazida pela Argentina. Atinge grande porte e possui perfumadas folhas azuladas de formato arredondado.

Os eucaliptos resistem à seca, à geada e adaptam-se a qualquer tipo de solo.

Maracujá - Fruta

O maracujá (Passiflora edulis), originário da América Tropical, é uma planta trepadeira de produção anual. A polpa do fruto e suas sementes são doces e acíduladas, muito apreciadas para o fabrico de sucos e para consumo ao natural.

Laranja - Fruta

Na Holambra são cultivadas as laranjas Pêra Rio, Pêra Natal, Hamlim, que só serve para suco, e Valência. A laranja fica bastante tempo no pé (aproximadamente 3 meses) para atingir um certo grau de acidez (baixo) até ser retirada para comercialização.

Um pé de laranja começa a produzir com 3 (três) anos de idade, há um aumento gradativo da produção. Se bem tratado, dura de 30 a 35 anos. Quando esse pé é retirado, planta-se leguminosas durante uns 3 a 4 anos, “descansando” a terra.

Girassol

As exuberantes flores conhecidas como girassóis, pertencem ao gênero “Helianthus”, nome que significa “flor do sol”, talvez devido à sua forma de sol estilizado.

O girassol comum produz uma flor bem grande de 20 a 35 cm de diâmetro e a planta atinge até 3 metros de altura.

As sementes devem ser plantadas a 1 cm. de profundidade e se desenvolvem rapidamente, por isso, é preferível semear diretamente no local definitivo.

Todas as variedades de girassol desenvolvem-se satisfatoriamente em solos pobres e, como são plantas rústicas, toleram bem a falta de água e mesmo algum sombreamento.

Feijão

O feijão (Phaseolus Vulgaris L.) originário da América do Sul (Sul do Brasil e Paraguai - segundo alguns autores - e México e Guatemala - conforme outros), é um dos principais alimentos da população brasileira.

Além das tradicionais safras das águas e da seca, o feijão também pode ser plantado no inverno (de maio a agosto), desde que o produtor esteja localizado fora de zona de ocorrência de geadas. Nesta época o produto tem chances de obter melhor preço.

Plantado no intervalo do algodão, milho e citros (verão), o feijão tem um ciclo de 100 dias.

Cipreste - Italiano

Os Ciprestes possuem folhas semelhantes a escamas, que crescem muito juntas dando aos ramos a aparência de cordões trançados.

O cipreste do Arizona tem folhagem verde-azulada. Depois de 20 anos, ao atingir cerca de 12 m., adquire a forma cônica; O cipreste-italiano é mais conhecido pela sua variedade “C. sempervirens stricta”, em forma de coluna que atinge até 18 m. Os ciprestes necessitam de muito sol e solo bem drenado.

Tuia Holandesa

As tuias holandesas podem ser abertas ou compactas, são utilizadas para a decoração de interiores e exteriores, lembrando que a tuia necessita de muita claridade e água. Disponível o ano todo, é vendida em vasos podendo ser mantida nele por um certo tempo, depois é necessário replantar no solo. Suas principais características vêm da cor verde e do aroma de limão que ela desprende ao ser tocada.

Zamioculcas Zamiifolia

Uma das plantas de maior destaque na Expoflora 2000, a Zamioculcas está se popularizando rapidamente, devido às suas inúmeras qualidades, que fazem dela uma perfeita planta de interiores.

Originária da Tanzânia, a ZZ tem um caule grosso e carnudo, com folhas naturalmente elípticas e tão brilhantes que o brilho até parece ter sido aplicado sobre elas artificialmente. Uma boa opção para interiores, ela suporta negligência e requer pouca quantidade de luz e água. O frio e a umidade são mortais para a Zamioculcas.

Não deixe essa planta embebida em água, ou permanentemente úmida. Ela é melhor se mantida seca. Se você a regar demais, ela pode acabar com folhas amareladas.

Por motivo de teste, uma experiência foi feita com uma ZZ, na qual ela foi molhada apenas 6 vezes durante um período de 16 meses, e ela sobreviveu bem!

Apesar da planta se dar bem em ambientes de pouca luminosidade, se você a colocar em lugares mais iluminados ela fica ainda melhor. Mantenha-a longe de qualquer sol quente e direto pela tarde, pois ela pode se queimar. Um sol brilhante, filtrado, pela tarde, é o ideal.

A ZZ fica ótima sobre uma mesa ou como uma pequena planta de chão. Apesar de existir há décadas, apenas recentemente ela vem ganhando maior destaque.


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